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Os brasileiros na liga americana de basquete

Se você vai fazer um intercâmbio nos Estados Unidos e gosta de esporte, se prepare para se acostumar com a paixão americana pelo basquete, principalmente nos grandes centros, onde as estrelas da NBA, incluindo alguns brasileiros defendem os principais times do mundo.

Brasileiros na NBA

Com um total de seis jogadores, o Brasil segue bem representado na liga de basquete mais importante do mundo. Além dos já veteranos Leandrinho Barbosa, Nenê Hilário e Anderson Varejão, Tiago Splitter vai pra sua segunda temporada, e dois estreantes chegam do draft, o armador Scott Machado e o pivô Fab Mello.

 

nba_g_barbosa7_195Com 31 anos, Leandrinho é um dos brasileiros que mais longe conseguiu ir durante sua carreira na NBA. Após anos brilhantes no Phoenix Suns, onde jogou por cerca de 7 anos, ao lado de estrelas como Steve Nash e Stoudmire, Leandrinho teve seu grande reconhecimento na temporada 2006-2007, quando foi eleito o melhor sexto homem, prêmio dado para o melhor reserva do ano, por suas atuações decisivas.

 

Anderson Varejão, que durante anos atuou ao lado da maior estrela da NBA, LeBron James, hoje se tornou um dos principais destaques da franquia Cleveland Cavaliers. Draftado no ano de 2004, o pivô brasileiro conseguiu conquistar o público que o reverencia anualmente no “Varejão Day”, quando todos os torcedores usam uma peruca em sua homenagem. Na atual temporada Verejao tem sido um grande destaque do time, e sem dúvidas um dos melhores pivôs de toda a NBA.

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Outro brasileiro já veterano na NBA é  o pivô Nenê Hilário, que no ano de 2003 foi draftado por Nova York ainda no primeiro round, mas posteriormente trocado para Denver, onde conseguiu se estabelecer e alcançar a posição e titular. Antes do início da última temporada, Nenê foi trocado por Washington, onde vem tentando se estabelecer atualmente.

 

Por fim, a NBA ainda conta com o pivô Tiago Spiller, que atualmente joga em San Antonio, como reserva (e possível substituto) da consagrada estrela Tim Duncan. O armador americano-brasileiro Scott Machado estreou este ano por Houston, enquanto o pivô Fab Mello, natural de Juiz de Fora é companheiro de equipe de Leandrinho no talentoso Boston Celtics.

 

Para aqueles que gostam de esportes, a NBA é um prato cheio, que respeita o seu principal slogan: “where amazing happens” (onde o incrível acontece). Se você está fazendo um intercâmbio Estados Unidos, escolha o seu time e comece a torcer pelo sucesso do Brasil na liga.

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Conheça um pouco mais sobre as cervejas americanas

Agora com a chegada da Budweiser no mercado brasileiro, nós podemos conhecer um pouco mais do paladar norte americano para cervejas, que passa muito longe do diversificada oferta européia, mas que também possui seu charme. Hoje vamos falar um pouco sobre as cervejas americanas para aqueles que pretendem fazer um intercâmbio nos Estados Unidos e não querem abrir mão da tradicional gelada.

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Apesar de não estar entre os lideres de consumo mundial, os Estados Unidos ocupam um confortável 16º lugar no ranking mundial de consumo per capita (o Brasil ocupa a 27ª posição, enquanto a República Tcheca lidera de forma isolada), o que faz do país uma referência considerável no assunto cerveja. O fato de se tratar de um país com uma pluralidade cultural imensa, com enormes colônias européias, orientais e latinas faz com que os Estados Unidos tenha uma diversidade de paladar rara de se encontrar pelo mundo.

 

A primeira grande diferença que você perceberá ao pedir sua cerveja nos Estados Unidos é a presença marcante das cervejas chamadas “Light”. Introduzidas durante a década de 70 para ser uma alternativa com baixo teor alcoólico e/ou calórico, as cervejas lights dominaram completamente o gosto popular, sendo hoje a Bud Light a cerveja número 1 do país. Aliás, falando e mercado, você encontrará o país dominado pelas gigantes Bud e Coors, ambas Pale Lager e duas das principais marcas americanas. Outras marcas que costumam agradar o paladar americano são as Coronas (Light e Extra), Miller, Keystone e Busch.

 

Agora, se você é um grande apreciador de cervejas é quer conhecer um pouco mais sobre as marcas menores e mais exclusivas, nos listamos algumas que você não pode deixar de provar. A primeira da lista é a Blue Moon, original do Colorado e que possui uma coloração fortemente alaranjada, com teor alcoólico de 5,4% e sabor forte característico das Belgian Whites. Para aqueles que buscam uma de sabor inconfundível, a Pale Ale Sierra Nevada foi descrita como a “cerveja perfeita”. E por fim, os que buscam uma cerveja de sabor latino, a Modelo Especial é a pedida ideal para conhecer o balar hispano americano.

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Existem muitas outras marcas de cervejas americanas e obviamente gosto, principalmente paladar não pode ser discutido. Por isso, aproveite ao máximo seu intercâmbio Estados Unidos para provar todas e voltar para o Brasil com a sensação de que você conseguiu curtir sua experiência.

Os prós e contras de um intercâmbio no exterior

Largar tudo para ir morar no exterior não é uma decisão fácil e que se toma do dia para a noite. Costumeiramente ouvimos falar sobre os inúmeros benefícios de aprender um idioma fora do país, e hoje vamos tentar levantar um pouco dos prós e contras para você que está interessado em fazer um intercâmbio para os Estados Unidos ou qualquer outro país.

Primeiramente, vamos tratar da questão do aprendizado do idioma. É óbvio, e de conhecimento geral que o seu progresso em uma língua acontecerá de forma muito mais rápida se você estiver praticando diariamente. Porém, mesmo que você faça aulas de inglês todos os dias aqui no Brasil, estude todas as tardes, você será incapaz de acumular os benefícios de ir para o exterior aprender o idioma. Isso por que mesmo estudando e se dedicando fielmente, você não estará vivendo em um ambiente de um só idioma, e seu cérebro não irá assimilar esse idioma de forma completa. Em um ambiente de imersão, pelo contrário, você estará falando inglês basicamente o dia todo, em todas as situações, e mais, dependendo disso para manter a sua vida. Em um supermercado, no metrô, pedindo comida em um restaurante, basicamente tudo que você tem que fazer necessitará o uso do idioma, e isso é o que faz o seu aprendizado ser tão rápido.

Outro ponto alto de um intercâmbio são os novos amigos que você fará. Claro que em um curso de idiomas no Brasil você também conhecerá pessoas diferentes e que podem até se tornar amigos. Porém você nunca encontrará pessoas em situações extremamente semelhantes a sua, longe dos amigos, da família, e enfrentando todas as dificuldades que você enfrentará. Esse cenário irá proporcionar um elo de amizade entre você e seus colegas, que transformará a relação de vocês em algo muito mais forte do que apenas “amigos de turma”. Além disso, seus colegas vão ser de diversos países diferentes, com culturas e histórias diferentes para lhe contar.

No entanto, nem tudo são flores em um intercâmbio, e você precisará estar pronto para enfrentar os problemas que surgirão. No exterior, você estará sozinho e não terá como contar com a ajuda de parentes e amigos (de certa forma). Outra contra de um intercâmbio é a distância, principalmente com familiares e em namoros, que acaba prejudicando, mas não significando o fim definitivo, uma vez que diversos casais conseguem superar esse momento de forma relativamente tranqüila.

Por incrível que pareça, em termos de investimentos os intercâmbios saem mais baratos que os cursos de idiomas no Brasil. Para você conseguir chegar ao nível equivalente de 3 meses de estudos de inglês nos Estados Unidos, você precisará se dedicar muito no Brasil e fazer muitas aulas, o que custará bastante dinheiro, e dificilmente será uma experiência significativa e inesquecível como um intercâmbio no exterior.

A águia como símbolo representante dos Estados Unidos

O emblema da nação estadunidense é a famosa águia de cabeça branca, conhecida como Bald Eagle em inglês. Além de estar presente como brasão do país em diversos prédios públicos, a águia atua como um reflexo do espírito do país, inspirando orgulho nos cidadãos americanos. Se você fizer um intercâmbio nos Estados Unidos, poderá admirá-la em diversos zoológicos e parques nacionais ao vivo e a cores.

A Bald Eagle foi escolhida em junho de 1782 como emblema na recém criada nação por conta da sua longevidade, força e aspecto majestoso, e também por conta da idéia de que ela só existe na América do Norte. Além disso, a associação lógica entre a liberdade do vôo da águia e o surgimento do novo país independente fizeram com que a escolha fosse ideal. No entanto, nem todos foram a favor, tendo Benjamin Franklyn após observar a águia por um período de tempo, decidido se posicionar contra alegando um espírito covarde, e de baixos valores morais (por se tratar de uma ave de rapina).

 

No segundo congresso continental, após as 13 colônias terem decidido se declarer independentes do Reino Unido, os Pais Fundadores se reuniram para votar o brasão do novo país que estava surgindo. O desenho que conhecemos hoje, com algumas modificações, foi idéia de um naturalista da Filadélfia, proposto 4 anos após o congresso continental. Oficialmente, no entanto, a águia só foi adotada como símbolo da nação em 1787, após diversos estados já a utilizarem como símbolo em seus brasões (como Nova York em 1778).

Apesar de ter sofrido algumas mudanças, o desenho como conhecemos hoje, com a águia no centro de um círculo, com os dizeres “e pluribus unum” (de muitos, o único), segurando um ramo de oliva e 13 flechas fazendo alusão as 13 colônias, pouco difere do original proposto em 1787. Durante o seu intercâmbio Estados Unidos, você verá este desenho estampado em diversos edifícios públicos, bases militares e até como adesivos de carros, representando o orgulho e tudo aquilo que a nação defende.

Entendendo as eleições presidenciais dos Estados Unidos

A medida que a corrida presidencial se acirra nos Estados Unidos, começamos a perceber a maior cobertura dos veículos de comunicação brasileiros. No entanto, diferente do nosso sistema eleitoral, as eleições para presidente nos Estados Unidos não são decididas pela população de forma direta, mas sim por um colégio eleitoral de delegados representantes de cada estado. Se você pretende fazer um intercâmbio nos Estados Unidos, vale a pena conhecer um pouco mais sobre a constituição política do país e o seu sistema eleitoral.

A corrida eleitoral americana começa normalmente no mês de janeiro do ano eleitoral. Este primeiro estágio é denominado de primárias, momento onde cada partido tenta definir qual será seu representante nas eleições de novembro. Uma vez decididos os dois candidatos dos principais partidos, é a hora de decidir qual dos dois terá a oportunidade de governar a nação mais poderosa do mundo pelos seguintes 4 anos.

 

Diferente de nós brasileiros, que votamos diretamente para nossos presidentes, e temos todos os votos nacionais computados de forma igual, o eleitorado americano na verdade vota em um colégio eleitoral que elege o Comandante-em-Chefe da nação. O colégio eleitoral é formado por representantes de todos os 50 estados americanos, e mais o Distrito da Colúmbia (DC). O número de delegados de cada estado é determinado de acordo com o tamanho da população votante. A Califórnia, estado mais populoso do país, conta com 55 delegados, enquanto o Alaska, estado pouco populoso conta com 3 delegados (número mínimo).

O mais curioso do sistema, no entanto, é o modelo chamado “winner takes it all” (o vencedor leva tudo, em português). Isso acontece por que o candidato que tem maioria em um estado norte americano fica com os votos de todos os delegados daquele local. Ou seja, se um candidato possui 51% dos votos da Califórnia, ele automaticamente leva todos os 55 votos dos delegados do estado, e o candidato perdedor não fica com nenhum dos 49% dos votos que obteve. Esse modelo gera alguns fatos curiosos impensáveis para nós brasileiros, como em 2000 quando o candidato Al Gore perdeu as eleições, mesmo tendo maioria nos votos totais da população.

Apesar de diferente e com situações inusitadas, o modelo norte americano parece funcionar muito bem, a julgar pelo desempenho político e econômico do país. Há ainda muitos outros detalhes que devem ser considerados sobre as eleições americanas, e você pode aprender um pouco mais enquanto se prepara para o seu intercâmbio Estados Unidos visitando esta matéria especial do estadão.

Geração digital e o inglês

O inglês a cada dia que passa incorpora-se cada vez mais como segunda língua de um grande número de pessoas. Com o crescimento da internet, o uso cotidiano do inglês, principalmente na forma escrita, passou a estar presente em todas as camadas sociais. Todos adquirirem algum nível de conhecimento para utilizar as diversas ferramentas disponíveis on line. O fenômeno de expansão do idioma não albergou, todavia, a expressão oral: sua utilização não expandiu-se significativamente com o advento da internet. Assim, a melhor forma de aprimorar pronúnica e audição, e com isso diferenciar-se de massa de usuários básicos do inglês, continua a ser por meio de um período de  intercâmbio nos Estados Unidos  quando a comunicação oral do idioma efetivamente entrar no seu dia-a-dia.

Os intercâmbios nos Estados Unidos são, ainda hoje, um dos melhores investimentos em educação. Já houve épocas em que o aprendizado do inglês esteve associado a status e era restrito a poucas pessoas. Isto mudou significativamente hoje. As crianças de hoje são “nativas digitais” pois desenvolvem-se num mundo informatizado. Mesmo quem não estuda  de maneira aprofundada o idioma têm acesso ao inglês de forma passiva já que ele reiteradamente está presente nas teclas dos computadores, jogos de videogame, além dos já tradicionais veículos representados pelas músicas e filmes. Assim, com a disseminação promovida pelas novas tecnologias, o estudante do idioma deve buscar o diferencial por meio do aperfeiçoamento trazido pelos intercâmbios.

E porque este diferencial advém do intercâmbio? Ora, aprender um idioma estrangeiro nunca foi tarefa das mais simples. Segundo muitos especialistas, a aprendizagem do segundo idioma segue, em muito, a mesma lógica do aprendizado da língua materna: assimila-se a língua pelo hemisfério direito do cérebro (o lado criativo) e este conhecimento, em seguida, sedimenta-se no hemisfério esquerdo (responsável pelo raciocínio lógico).

O porém, nesse processo, vem da idade: nas crianças os dois hemisférios do cérebro estão interligados, facilitando o aprendizado. Com a separação dos hemisférios na idade adulta, os conceitos já estão formados e o cérebro tende a transferir propriedades da língua materna para a estrangeira. Assim, a imersão num ambiente novo, com novas vivências e experiências torna-se um grande facilitador para o uso da linguagem falada: o conjunto de novas experiências predispõe o cérebro a mais facilmente absorver o novo idioma.


O intercâmbio Estados Unidos, graças à imersão total a que ficam submetidos os estudantes, ainda é o melhor método de aprendizado oral do idioma inglês. Busque, junto à StudyGlobal, o EUA intercambio que melhor se amolde ao seu gosto, e ganhe um diferencial no seu inglês.

Viva a cultura esportiva dos EUA durante seu intercâmbio

Para os amantes de esportes que desejam estudar inglês nos Estados Unidos, se preparem: o que não vai faltar durante este intercâmbio serão oportunidades para assistir partidas dos mais variados esportes e viver a enorme diversidade de modalidades dos EUA, coisa que nós brasileiros estamos pouquíssimos acostumados.

 

A preferência nacional dos americanos é nitidamente a NFL, com números que superam todos as demais modalidades e ainda com um modelo de gestão e marketing extremamente modernos. O grande problema da NFL, no entanto, é que ao longo do ano cada time joga somente 15 partidas da temporada regular, e no máximo, mais 4 da temporada de play offs. Por conta de poucos jogos disputados por cada time, o preço dos ingressos tende a subir, sendo que atualmente a média gira em torno de 84 USD. No entanto, apesar do alto valor dos ingressos, a experiência é inesquecível, principalmente pela paixão e dedicação dos torcedores, a intensidade do esporte e toda a questão cultural das partidas, que inclui até o tradicional churrasco americano (barbecue) no estacionamento do estádio antes das partidas.

Nova York é a cidade com os ingressos mais caros dos EUA

Com preços muito mais acessíveis, a liga de Baseball, MLB, oferece inúmeras oportunidades, com partidas praticamente todos os dias. Por ser um esporte com muito menos desgaste físico, os times podem jogar até 2 partidas no mesmo dia. O fato da temporada regular contar com mais de 160 jogos, se você perder uma partida, fatalmente conseguirá encontrar bilhete para uma próxima no dia seguinte. Além disso, os valores são extremamente acessíveis, sendo que com 20 USD você pode assistir uma partida e comer um delicioso hot dog americano.

 

Terceiro e quarto na preferência dos americanos, muitos times de Hockey e Basquete dividem as mesmas arenas e possuem preços semelhantes. A NBA aparece com a maior discrepância entre equipes, com o NY Knicks cobrando média de 120 USD e o Memphis Grizzlies cobrando média de 25 USD. A NHL oferece bons preços e você pode assistir muitos jogos tanto nos Estados Unidos quanto no Canadá pela bagatela de 20 USD. Tanto as partidas da NBA e NHL são muito interessantes de se assistir, pelo dinamismo das modalidades e pelo envolvimento dos torcedores com os momentos das partidas.

Os amantes dos esportes podem entrar de cabeça na imersão proporcionada por um intercâmbio nos Estados Unidos assistindo partidas das famosas grandes ligas e tentando se envolver no cotidiano das equipes, utilizando isso como uma ótima forma para praticar o inglês também.